Viva e não tenha mesmo vergonha de ser feliz.

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Corre atrás daquilo que é teu por direito. Aproveita essa juventude – dos 20, 30, 70 anos – que te enche os pulmões e te faz em sintonia com o mundo, mesmo estando completamente perdido quanto suas próprias escolhas, e tatua com gosto tua marca nas pessoas, nos momentos vividos e também nos que ainda estão por vir. Mostra que aquele que não te enxergou estava errado, e que sua luz era brilhante demais aos olhos de qualquer um.

À quantas pessoas você tem que provar que por trás dessa falta de tato e nervosismos, você é capaz? Somente à você! Não perca seu tempo com achismos alheios e palpites não pedidos. Ser feliz e satisfeito com o que tem dentro de você e com o que você está formando ao seu redor é muito mais importante do que qualquer palavra vã que você tenha sido obrigado a engolir.

E o mais importante: viva. Se eu pudesse dar um conselho que chegasse à cada um nesse mundo, eu utilizaria essa pequena palavra de quatro letras que significa tão mais do que tantas outras coisas que passa por nossa cabeça ao longo dos anos. Viver é mais importante do que gastar sua fadiga com o que não te traz nada de bom. Viver é a melhor maneira de provar ao mundo que ele estava certo quando te deu a chance de estar aqui. Viver é a oportunidade que você tem de mostrar às pessoas e à si próprio que cada momento valeu à pena – inclusive, e por que não, os momentos mais difíceis. Viva e ame, ame o próximo, ame a si mesmo, ame seus momentos e torne eles marcantes como cicatrizes, daquelas que você conta a história aos netos quando já estiver bem velhinho.

Tenha fé em si próprio e em todo o seu potencial, mesmo que por algum momento tenha desconfiado dele. Chore, grite, se deixa levar pelos defeitos humanos e tão carnais e prova ao mundo que mesmo assim, você valeu a pena.

 

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