Por aí…

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Olá pessoal! Vamos falar de filmes?

Se você não estava sequestrado em Marte, já deve saber que na última semana estreou nos cinemas o novo filme da série “300”, esse chamado de “300 – A ascensão do Império” (você pode ler um pouco mais sobre ele aqui). Logo quando vemos os trailer, qualquer brasileiro que se preze já fica com uma pontinha de curiosidade só pelo fato da volta do ator Rodrigo Santoro no papel do “Xerxes”. O filme tem vários efeitos especiais, e parece bem melhor produzido do que o primeiro (apesar de que o clássico “This is Spartaaa!” gritado pelo Leônidas não ganha de nenhum outro bordão). Então, se você gosta de filmes de guerras épicas e muitas cabeças rolando, leia a seguir! AH UH!

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300 – A ascensão do Império (300 – Rise of an Empire)

O filme começa mostrando logo de cara a batalha de Maratona, onde o guerreiro e general Themistocles, interpretado pelo ator Sullivan Stapleton, já mostra pra que veio. Ele é basicamente o Chuck Norris da guerra grega. Logo nos primeiros minutos, mata um monte de inimigos e ainda atira a uma longa distância uma flecha que atinge bem no peito do Rei Dario, pai de Xerxes (interpretado pelo brasileiro queridinho dos americanos, Rodrigo Santoro). Essa é uma boa hora para ver o ator Rodrigo Santoro sem aquela tinta dourada e voz de dragão.

Daí então, basicamente, conta-se a história de Artemisia, interpretada pela linda Eva Green, uma mulher cheia de mistérios e maldade, manipuladora e muito cruel que odeia os gregos mais do que tudo. Ela envenena a cabeça de Xerxes de que ele precisa a qualquer custo se vingar dos gregos, e para isso, ele deveria se tornar um deus-rei. Depois de um ritual para se tornar deus (totalmente x, mas ok), Xerxes sai das águas com dois metros a mais, dourado, careca, cheio de brincos e correntes e com uma voz assustadoramente grossa. Quando pensamos “agora vai! esse filme só vai dar o Rodrigo Santoro”, na verdade, não.

O filme foca bastante em Artemisia, no ódio dela pelos gregos, e sua crueldade vs. o espírito de democracia e união dos gregos e seu empenho nas batalhas.

O filme vale à pena pelos efeitos especiais, e um pouco menos pela história. Também é legal para entender o que aconteceu no primeiro filme, quando os espartanos foram derrotados. Mas, fica a dica: se você não gosta de ver sangue, este definitivamente não é o filme para assistir.

De qualquer forma, eu acabei gostando mais do primeiro filme, mas acho que vale a pena assistir este segundo para encaixar algumas peças na história toda do primeiro, como, por exemplo, o motivo do surgimento de Xerxes, e porque ele era um “deus-rei” (apesar de achar que ainda faltou um pouco de espaço para o Rodrigo Santoro, mas, quem sabe no próximo filme).

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