Não seja a pedra no seu sapato.

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A gente tem, não sei exatamente o porquê, essa mania de ser por muitas vezes a pedra no nosso próprio sapato. Mas, infelizmente, quase nunca percebemos isso ou conseguimos enxergar que estamos fazendo esse papel. Daí, então, acabamos de alguma forma atrelando os nossos medos, os nossos fracassos e nossas angústias ao que nos servir mais convenientemente como explicação – e que melhor nos convença também.

Não julgo quem age dessa forma. Até porque, nunca conheci ninguém que não usasse essa válvula de escape pelo menos uma vez, o que, inclusive, me inclui. Mas, com o tempo, aprendi que a gente precisa se dar a liberdade para colocar em prática o nosso direito de sonhar. Não quero parecer piegas por falar em sonhos, mas sim, eu acredito neles, e acredito que a gente é perfeitamente capaz de colocá-los em prática se nos esforçarmos. Se você não acredita nisso, sugiro que não continue lendo esse texto, e deixo até que você feche essa página para nunca mais voltar.

Mas se você chegou até aqui, acredito que, pelo menos uma partezinha que seja aí dentro entende o que estou falando. Então, te proponho o seguinte: abra os seus olhos para enxergar o caminho que você está e o que vem a seguir. Às vezes acabamos traçando alguns objetivos que não se encaixam em nosso caminho, e daí, com os tombos que levamos, acabamos desistindo de acreditar, de sonhar, e aceitamos viver uma vida empurrada desgostosamente com a barriga. É importante nos nossos dias que sejamos sensatos em nossas escolhas. E com essa razão, e, claro, a nossa emoção para nos dar o feeling para qual lado seguir, conseguiremos traçar o nosso caminho de acordo com nossas vontades. E isso, meu caro, é transformar sonhos em realidade, só que de uma forma real. É viver de verdade e não apenas aceitar que os dias passem sem que você dê o seu toque a eles.

Então, fica aqui novamente o meu apelo: não seja a pedra no seu sapato. Permita-se enxergar e acreditar nos seus desejos, mas, veja e trace com lucidez o caminho pelo qual você deve seguir. E se você tropeçar, se você cair, não faz mal. É caindo que a gente aprende a levantar e é tropeçando que abrimos os olhos para desviar das pedras pelo caminho.

Vá viver, meu amigo! Vá fazer seus dias valerem a pena, vá se dar o luxo de ter feito tudo o que estava ao seu alcance para quando você chegar lá pelos seus 70, 80 anos, olhar pada trás e, com um sorrido de canto de boca, saber que valeu.

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