Mergulhar mais fundo.

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Depois de muitos baixos e altos, de tantas coisas pelas quais passei das quais às vezes me lembro vagamente mas que não parecem nem mesmo terem acontecido de fato comigo, ouso a falar sobre as coisas que aprendi.

Do alto dos meus vinte e poucos anos já sei que cada momento deve ser vivido como sendo único, e de fato não sabemos se eles serão realmente assim.

Das pessoas que conheci, com muitas delas me decepcionei. Me levaram até o chão, mas eu pude levantar. Aprendi que o tempo às vezes não significa nada, e tudo pode ser levado à pó em minutos por qualquer deslize.

Que afeto é construído por defeitos toleráveis. É muito fácil gostar de alguém na mesa do bar, falando sobre conquistas, demonstrando suas melhores qualidades. O afeto verdadeiro é criado quando a gente se mostra, se revela, somos de verdade. Do que vale gostar se não for do verdadeiro?

Aprendi que a saudade nunca diminui, mas apenas fica mais tolerável, fácil de ser digerida. As lembranças sempre estarão lá para virem à tona quando você menos esperar.

Por isso, então, me atrevo a dar apenas um conselho: viva! Aproveite cada minuto para ser feliz, esteja ao lado da sua família porque são eles que estarão ao seu lado quando precisar, aprenda que afeto se cria independente de tempo. Às vezes é necessário se jogar de cabeça nas suas vontades,  senão você sempre vai acabar ficando na parte superficial da  sua vida, e viver superficialmente, sempre em receio, é desperdício. É necessário quebrar a cara para aprender. Não tenha medo de cair para saber como se levantar.

Se for para viver, eu quero a felicidade máxima em tudo o que eu puder alcançar. Por isso não tenho mais medo de ser o que sou, de querer aprender por não saber, de falar o que tenho vontade, de viver de verdade. A superfície não me pertence.

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