Caminhos perdidos e (re)encontrados.

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O tempo voa. E isso não é segredo para ninguém.

No auge dos meus míseros 25 anos, me deparo com algumas lembranças de coisas que parecem que aconteceram ontem, mas que na verdade já saíram da minha vida há anos. E o mais engraçado – por assim dizer – é que, muitas delas, parecem que na verdade não aconteceram comigo mesmo. Será que, ao longo do tempo, a gente vai passando por essas barreiras invisíveis que dividem a nossa vida em “antes” e “depois” sem que seja possível perceber?

Essa coisa de “o que passou, passou”, às vezes não funciona bem assim. Quantas vezes me deparo com algumas lembranças distantes, tão longes que nem se completam, e que insistem em vir à tona e fazer com que a gente caia no velho “e se tivesse sido diferente?”. E vale a pena ficar nesse “ses” durante nossos dias? Na verdade, às vezes vale sim, porque é isso que vai fazer ou não com que a gente decida que caminho tomar.

Como eu disse, a gente passa por alguma barreiras durante nossa estrada, e isso faz com que a gente mude em muita coisa. Mude nossos pensamentos, nosso gênio antes tão indomável, e, principalmente, nossas vontades. Sou dessas pessoas que acreditam que, enquanto há alguma chance – e, repito, vontade! – a gente tem mesmo que ir atrás do que queremos, da peça que ficou faltando para encaixar e completar o nosso ciclo, independentemente de quanto tempo passou.

Minha mãe me ensinou uma coisa muito importante que levo para todas as cosas que faço na vida: “o não você já tem, então vá atrás do sim”. Mostre para você mesmo que a vida pode ser consertada quando preciso, que a gente não precisa levar para o resto da vida uma atitude arrependida que te levou para um caminho que você não está satisfeito. A hora de levar sua vida para o caminho que você quer é sempre agora!

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