A verdade sobre aquele negócio chamado amor.

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Amor é feito de encontros e verdades, dessas ditas na hora certa ou em qualquer hora. Dessas que são esperadas para serem ouvidas por muito tempo, que apertam o peito antes de dormir, que vem à tona no dia seguinte, mesmo sem querer. É casual, às vezes inesperado, às vezes passa, mas deixa suas boas lembranças na memória. Boas, sim, porque o que não faz bem, pode ser qualquer coisa, menos amor. E nada do que não for bom a gente tem que guardar. Temos que deixar espaço suficiente para descobrir tudo o que é merecedor para ocupá-lo.

Amor é troca de olhares discretos na multidão, é querer estar junto mesmo que no meio de um grande grupo de amigos falando dos causos e outras aventuras e rir de tudo isso. Amor é se importar com a bagagem que o outro também carrega, porque isso tudo define quem ele ou ela é por dentro e quem ele ou ela será ao seu lado.

Amor é verdade. Se não for verdade, se não for suficiente para você mostrar o que realmente é aí por dentro, então, sinto te dizer, mas não é amor. Não precisa ser aquela paixão doentia, não precisa te tirar o sono, não precisa ser complicado. Amor é simples, é natural que transborda pelas palavras independente se versos melosos e cartas quilométricas de juras batidas.

Amor é uno, mas ao mesmo tempo multiplica-se. Talvez não faça sentido aos mais racionais de plantão, mas amor também não exige explicações ou qualquer tipo de lógica. Amor não precisa sentir vergonha em ser próprio, porque só amando a si mesmo de verdade que a gente se prepara para bater a cara por aí e descobrir amores eternos, amores que não eram amores ou que por algum motivo deixaram de ser, amores diários e tudo mais que a vida nos reserva.

 

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